Acordo de sócios entre famílias
Entrevistas, rodada por tronco e redação da minuta. Trata voto, quórum, empate, entrada e saída de sócio, venda de participação, entrada de cônjuge e de herdeiro, e representação de cada ramo na sociedade.
Atendemos empresas cuja sociedade reúne dois ou três troncos familiares. Os serviços são cinco: acordo de sócios, conselho da empresa com regimento, separação entre o que é da família e o que é da gestão, entrada de herdeiro no trabalho e preparação da troca de comando. Entregamos documentos escritos, atas assinadas e um calendário. Não advogamos, não fazemos contabilidade e não representamos nenhum dos lados.

Cinco serviços, todos voltados a sociedades com mais de uma família dona. Cada um pode ser contratado isolado; a proposta diz quais documentos saem e em quantas semanas.
Entrevistas, rodada por tronco e redação da minuta. Trata voto, quórum, empate, entrada e saída de sócio, venda de participação, entrada de cônjuge e de herdeiro, e representação de cada ramo na sociedade.
Composição do conselho com cadeiras por tronco e suplência, regimento com convocação, quórum, pauta, prazos e modelo de ata. Conduzimos as duas primeiras reuniões e deixamos o calendário do ano fechado.
Matriz de decisões da empresa — quem propõe, quem aprova, quem é apenas informado — e a separação entre a pauta da diretoria e a pauta da família. Inclui descrição de papéis, uma página por pessoa.
Política de trabalho de parentes válida para qualquer familiar: exigências de entrada, quem avalia, prazo de cada etapa e regra de desligamento. Vem com o roteiro de entrada de quem começa agora.
Levantamento das decisões que hoje passam pela direção, ordem e datas de transferência, papel de quem deixa o cargo e o texto curto que comunica a mudança à equipe e aos sócios de fora da operação.
Com duas ou três famílias na sociedade, a reunião conjunta quase nunca é o lugar onde as posições aparecem: elas já chegaram prontas de casa. Nosso trabalho começa antes, no lugar onde a posição ainda está sendo formada.
Cada sócio fala sozinho, mesmo quando marido e mulher são sócios. Duas pessoas juntas na entrevista produzem uma resposta só, e ela costuma ser a de quem fala mais.
Antes do encontro conjunto reunimos cada família em separado, para que o tronco chegue à mesa com uma posição combinada e não com três.
Listamos cada decisão da empresa e escrevemos quem propõe, quem aprova e quem apenas é informado. É a folha que mais gera discussão e a que mais economiza reunião depois.
Quantas cadeiras no conselho cabem a cada tronco, como o suplente entra e o que acontece quando um ramo cresce e o outro não.
O acordo prevê o que se faz quando a votação empata: prazo para nova tentativa, conselheiro externo convidado, e o que vale se nada disso destravar.
Cada etapa entrega um documento que a família pode ler sem nós na sala. Slides não entram: o que não cabe em texto costuma não caber em acordo.
Quem é sócio por herança, quem entrou por compra, quem trabalha na empresa e quem representa cada tronco hoje.
Uma hora por sócio, mais meia hora com cada pessoa da família que trabalha na empresa sem ser sócia.
Cada família recebe, em separado, o resumo do que foi ouvido dentro dela e a lista do que precisa combinar antes da mesa geral.
Uma folha com as decisões da empresa e, ao lado de cada uma, quem propõe, quem aprova e quem é informado.
Dois encontros com todos os troncos: papéis e representação no primeiro, entrada, saída e sucessão no segundo.
Acordo de sócios, regimento e política de trabalho de parentes, mais as datas do ano e a data da revisão.
O que muda entre eles é a profundidade da escuta e se ficamos ou não conduzindo as reuniões do primeiro ano.
Falas recolhidas ao fim do trabalho e publicadas com a autorização de cada sociedade.
A matriz de decisões mostrou que o meu primo aprovava sozinho três coisas que eu achava que passavam pelo conselho. Ele também achava o contrário de mim em outras duas.
A devolutiva separada por tronco evitou que a nossa discussão interna acontecesse na frente das outras duas famílias.
O artigo sobre empate parecia burocracia. No ano seguinte foi usado duas vezes, e nas duas a reunião terminou no horário.
Fui entrevistada sozinha, não junto com o meu marido, que também é sócio. Foi a primeira vez em vinte anos que respondi por mim.
A regra de quantas cadeiras cabem a cada ramo tirou um assunto que voltava em toda reunião de dezembro.
A política de trabalho de parentes foi a parte mais difícil de escrever e a que mais me poupou conversa desde então.
Reunimos aqui o que aparece com mais frequência na primeira conversa.
Para a sociedade. Quem contrata é a empresa, e o mesmo material chega a todos os troncos no mesmo dia. Nada é apresentado a um lado antes do outro.
O texto registra a diferença em vez de disfarçá-la. Peso de voto, cadeiras no conselho e regras de indicação são escritos como são, com a assinatura de todos.
Essa decisão é do advogado da sociedade. Nós entregamos a minuta organizada, com os pontos acordados e as pendências destacadas; a forma jurídica e o registro são trabalho dele.
Isso é matéria de política escrita, não de caso a caso. Escrevemos junto com a sociedade quais exigências valem para qualquer parente e quem avalia o pedido.
Cinco semanas no desenho completo, contando as pausas de leitura. A leitura da sociedade sozinha sai em três.
As entrevistas, sim, e a maior parte acontece assim. As mesas gerais são presenciais, porque é nelas que os textos são assinados.
Conte quantos troncos são e o que está em aberto. Devolvemos por escrito quais documentos costumam vir primeiro nesse desenho. Pelo telefone: +55 11 97438-8416.
Falar com a equipeDiga quantas famílias são sócias, quem trabalha na empresa e o que já está escrito hoje.
Rua Arcoverde 454, São Paulo — SP, CEP 03543-100
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Segunda a sexta, das 8h às 17h30. Sábados, das 10h às 14h30. Domingos e feriados: fechado
